Filtro a plasma


O LP projetou e testou com sucesso, vários filtros a plasma com a finalidade de eliminar poluentes atmosféricos (por exemplo, mistura de NO2), através da dissociação molecular por descarga corona a altas pressões. Um diagnostico por espectrometria de massa foi utilizado para monitorar a eficiência de dissociação dos filtros durantes as experiências (ver figura 1). Testes com filtros magnetizados (campo magnético multipolar) também foram idealizados, a fim de aumentar a eficiência da dissociação molecular do NO2 (ver figura 2).

   

Figura 1 - Desenho esquemático do experimento: filtro a plasma.

 

Figura 2 - Visões reais dos vários filtros projetados e testados no LP: nos extremos, os filtros não magnetizados e no centro, o filtro com campo magnético multipolar.

Ao produzir plasma a partir de uma descarga corona no interior do filtro, temos uma abundância de elétrons livres percorrendo a mistura de  NO2 que por ali passa. Estes elétrons permitem a ionização e a dissociação destas moléculas (ver figura 3), em conseqüência, compostos mais estáveis são formados, sendo menos prejudiciais ao meio ambiente. Em outras palavras, a reação de dissociação do dióxido de nitrogênio através da descarga corona é:

NO2 (poluente) + e NO + O + e

NO + e N + O + e

N + N + e N2 (não poluente) + e

visão frontal do filtro

Figura 3 - Visão real no interior do filtro durante os processos de ionização e dissociação da mistura de  NO2.


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Última Atualização: 05/05/2004